NOTA DE REPÚDIO: SAAE GFPOLIS DENUNCIA ASSÉDIO MORAL E PRÁTICA ANTISSINDICAL NO INSTITUTO CIÊNCIA E ARTE

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O SAAE GFPOLIS vem a público manifestar seu mais profundo repúdio e indignação frente às condutas autoritárias e ilegais praticadas pela proprietária do Instituto Ciência e Arte.

É inadmissível que, em pleno século XXI, instituições de ensino ainda utilizem táticas arcaicas de coação para tentar impedir a livre organização dos trabalhadores. O Sindicato não tolerará que o emprego, fonte de sustento das famílias, seja transformado em moeda de troca para perseguir quem decide se associar à sua entidade de classe.

O caso do Instituto Ciência e Arte ultrapassa os limites da má gestão e entra no campo da ilegalidade deliberada. Desde 2025, o SAAE busca, de forma cortês e técnica, a regularização do repasse das mensalidades associativas que a escola desconta dos salários dos trabalhadores, mas retém indevidamente, não repassando ao Sindicato. Essa prática, além de ferir a nossa Convenção Coletiva (CCT), configura apropriação de valores que pertencem ao trabalhador.

A resistência da direção da escola em cumprir a lei é tamanha que, em episódios anteriores, o cumprimento da CCT só ocorreu após a intervenção do próprio corpo jurídico da empresa, que precisou mediar o óbvio: a lei deve ser cumprida.

A gravidade dos fatos atingiu seu ápice recentemente, quando a proprietária, de forma desmedida, proferiu ameaças diretas ao sindicato via WhatsApp. Em suas palavras, o trabalhador deveria “escolher entre o sindicato e o emprego”. Tais frases são a prova material de uma prática antissindical violenta, agravada pelo fato de a própria empresária reconhecer a competência técnica do profissional envolvido, deixando claro que a perseguição é estritamente ideológica.

O SAAE GFPOLIS informa que não aceitará insultos nem intimidações. Diante da afronta à Constituição Federal e à CLT, já adotamos as seguintes medidas:

  • Denúncia Formal no Ministério Público do Trabalho (MPT): O dossiê com as provas de assédio e retenção de valores já está sob análise da procuradoria.
  • Notificação ao SINEPE-SC: O sindicato patronal foi informado sobre a conduta desordenada de sua representada, que coloca em risco a harmonia das relações de trabalho no setor.
  • Monitoramento Jurídico: Qualquer ato de dispensa discriminatória contra nosso associado será respondido com pedidos de reintegração imediata e indenizações por danos morais.

 

Nossa Mensagem

Aos donos de escolas que ainda operam sob a lógica do medo: o Sindicato está vigilante. A liberdade sindical é um pilar da democracia e não recuaremos um milímetro na defesa de quem constrói a educação em nossa região.

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